byd dolphin mini 2026
A BYD já está oferecendo em suas concessionárias a versão 2026 do Dolphin Mini, modelo que lidera as vendas de elétricos no país. O carro chega ao mercado com algumas novidades discretas, sendo a principal a descontinuação da versão de quatro lugares — agora, o compacto é vendido apenas na configuração de cinco assentos.
Além disso, o Dolphin Mini recebeu pequenos ajustes estéticos, como novas rodas de liga leve aro 16, e uma nova opção de pintura: Glacial Blue, que se junta às cores verde, branco e preto. As rodas, com desenho em formato de flocos de neve, ganharam aberturas nos raios, mantendo um visual parecido com ao do modelo anterior, embora sejam novas. Outra mudança é a substituição do logotipo “Build Your Dreams” por “BYD” na tampa do porta-malas.
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O valor do BYD Dolphin Mini 2026 varia entre as concessionárias, mas gira em torno de R$ 122.900 (link para o anúncio aqui), podendo ser encontrado por menos de R$ 120.000 em algumas lojas em um busca em portais como o OLX. O carro se destaca por seu custo acessível para um elétrico, equiparando-se a modelos populares a combustão, como o Hyundai HB20 e o Chevrolet Onix em versões mais completas.
Apesar de ser um subcompacto (com 3,78 m de comprimento, contra 3,96 m do HB20 e 4,16 m do Onix), o Dolphin Mini oferece uma lista generosa de itens de série: bancos em couro sintético com ajuste elétrico para o motorista, central multimídia giratória de 10,1 polegadas com GPS, aplicativos e internet 4G, painel digital de 7 polegadas, carregador sem fio para smartphones, seis airbags, piloto automático, ar-condicionado automático digital, câmera de ré, faróis Full LED, vidros/travas elétricos nas quatro portas, além de freio de estacionamento eletrônico por botão com função Auto Hold, rodas em liga leve aro 16 e chave inteligente com abertura e travamento do carro por aproximação e partida do motor por botão no painel.
O motor elétrico do Dolphin Mini entrega 75 cv de potência e 13,8 kgfm de torque, com aceleração de 0 a 100 km/h em 14,9 segundos segundo dados de fábrica. Sua autonomia declarada pelo Inmetro é de 280 km, mas pode ultrapassar 300 km dependendo do trajeto e do estilo de direção. Em carregadores rápidos (CCS2 de 40 kW), a bateria vai de 30% a 80% em cerca de 30 minutos conectado.
Recentemente, a BYD iniciou a produção do Dolphin Mini em Camaçari (BA), na antiga fábrica da Ford que agora pertence a marca chinesa. As primeiras unidades são destinadas apenas para testes, a operação plena esta prevista para ter início em 2026. Além do Dolphin Mini a planta também produzirá outros modelos da marca, como o SUV Song Pro e o sedã King, ambos devem começar a serem montados já nas próximas semanas.
A fábrica começa com capacidade anual de 150 mil veículos, com expansão planejada para 300 mil na segunda fase. Inicialmente operando no sistema SKD (Semi Knocked-Down), a planta evoluirá gradualmente para produção nacional completa — incluindo estampagem, soldagem, pintura e aumento do conteúdo local.
Além de atender ao mercado local os BYD produzidos no Brasil serão exportados para outros países da América Latina e América Central, a fábrica gerará 20 mil empregos diretos e indiretos.
Além da fábrica própria a marca chinesa também está ampliando consideravelmente sua rede de concessionárias no Brasil, atualmente são 180 lojas, com meta de atingir 240 até o fim de 2025. Hoje a empresa já possui unidades em todos estados, capitais e nas principais cidades do país.
De janeiro a maio de 2025, o BYD Dolphin Mini emplacou 11.304 unidades no Brasil, superando rivais como Renault Kardian, Citroën C3 e Peugeot 208.
Globalmente, o Dolphin Mini também é um sucesso, ele já vendeu mais de 1 milhão de unidades em pouco mais de dois anos. Na China, é conhecido como o “elétrico de US$ 10 mil” seu preço inicial na china fica abaixo dos R$ 60 mil, mas no Brasil é mais alto devido a impostos e custos de importação.
Enquanto no Brasil as mudanças na linha 2026 foram discretas, lá na China, há alguns meses, o Mini passou por um facelift mais robusto, ganhando novos para-choques e novos equipamentos de série como pacote ADAS com piloto automático adaptativo ACC, por aqui essas mudanças deverão ser aplicadas possivelmente somente no próximo ano quando o compacto passar a ser produzido em série por aqui.
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